Plantio de milho nos Estados Unidos estão na reta final e em boas condições.
Confira a análise do GETAP:
Os dados divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) referentes ao dia 05/junho/2022, demonstram uma desaceleração por parte dos agricultores apesar do progresso do plantio se encontrar na reta final atingindo 94% do progresso, 3 pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos.
Já a emergência das plantas se encontra em boa evolução, alcançando 78% da safra, que corresponde a 17 pontos percentuais acima da semana anterior e 3% abaixo da média dos últimos anos.
A condição das plantações se encontra em boas condições também, visto que, 95% está em condições razoáveis ou melhor e as lavouras de milho em condições excelentes estão em proporção de 14% do total.

Fonte: USDA.
Elaboração: Céleres®.
Atualizado em junho/2022.
A produtividade de milho inverno esperada para 2022.
Confira a análise do GETAP:
Um dos grandes objetivos do Getap é dobrar a produtividade de milho no Brasil para atender ao aumento da demanda global. Com isso um dos papeis do Concurso de Produtividade Elevada em Campo | Milho é mostrar o potencial produtivo e prestigiar os produtores com elevados números obtidos na colheita nas diferentes regiões do país. O gap produtivo entre as médias dos estados e a média do Concurso de inverno 2021 mostra que é possível um aumento significativo da média nacional e para isso o Getap, em conjunto com uma equipe técnica diversificada e de grande renome no Agro, procura compartilhar as estratégias que se mostram efetivas para atingir altas produtividades.
O ano de 2021 foi bastante complicado para o milho inverno em diversas regiões produtoras devido à grande ocorrência de geadas, o que fez com que a média de produtividade dos estados ficasse bem abaixo do esperado. Entretanto, mesmo estando em regiões que sofreram com a geada, as lavouras de milho auditadas pelo Getap apresentaram produtividades bem acima da média, mesmo comparando com um ano típico como 2020, apresentando uma média de 71,4 sc/ha a mais na região centro-sul, passando para 98,4 sc/ha quando comparado com 2021. Já as expectativas para a safra atual, o destaque fica para a região Norte/Nordeste, tendo um aumento esperado de 18,8 sc/ha do ano passado para atualmente, o que pode ser explicado pelo aumento da tecnificação dessas regiões.

Fonte: Céleres/GETAP/Conab
Elaboração: GETAP
abril/2022. ¹\ estimativa em 19/04/2022
Safra de milho norte-americana tem recuperações do plantio nas últimas semanas.
Plantações de milho nos Estados Unidos tiveram grande impulso após semana de muito trabalho e mercados reagem.
De acordo com os dados semanais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) referentes ao dia 29/maio/2022, os grandes esforços dos agricultores para o plantio esta semana recompensaram positivamente o progresso das plantações de milho ao atingir o patamar de 86% do progresso total, avanço este que encostou na média dos últimos cinco anos.
Dada as recuperações do plantio nas últimas semanas, a emergência das plantas se encontra no nível de 61%, apenas 3 pontos percentuais abaixo da média dos últimos cinco anos, se tornando também uma ótima observação para a divulgação da semana.
Devido aos números muito próximos do esperado, o mercado reagiu rapidamente às notícias positivas do plantio do milho apresentando uma queda nos valores de milho futuro.

Fonte: USDA.
Elaboração: Céleres®.
Atualizado em junho/2022.
Confira as condições das lavouras de milho neste inverno.
Limitações hídricas preocupam e afetam o potencial produtivo em algumas regiões.
Com o término do plantio do milho inverno em grande parte do Brasil dentro da janela de cultivo ideal, é essencial o monitoramento das lavouras para verificar a qualidade das mesmas, a fim de entender se as expectativas positivas para a safra atual estão no caminho certo de atingir os números esperados. O ideal é um ciclo completo sem problemas, mas isso não significa que um começo ruim signifique resultados ruins.

A não ocorrência das chuvas esperadas para o início de abril em grande parte da região do Mato Grosso e Goiás preocupam os produtores e gerou algumas restrições, ocasionando efeito significativo no potencial produtivo das lavouras em locais como Primavera do Leste e Nova Ubiratã.
No Mato Grosso do Sul, as chuvas ocorridas até o momento ajudaram a amenizar a situação, garantindo boas condições para o desenvolvimento das plantas, sendo essa a mesma situação do estado do Paraná.
Na região sudeste os produtores de Minas Gerais iniciaram o mês de abril preocupados com a falta de chuvas, mas nada que prejudique as lavouras, uma vez que o estado contou com boas chuvas durante o verão.
Por fim, o estado do Tocantins já possui grande parte de suas lavouras de milho em estado de florescimento e com condições climáticas ideais.
Fonte: GETAP/Conab
Elaboração: GETAP
abril/2022.
Como anda a semeadura do milho no Brasil?
Principais regiões produtoras de milho segunda safra finalizam a semeadura do grão.
A rápida colheita da primeira safra em grande parte das regiões do Brasil, facilitou a semeadura do milho segunda safra em uma velocidade expressiva, fazendo com que a grande maioria esteja dentro da janela ideal de cultivo, o que diminui os riscos que podem ser enfrentados na safra de inverno, como escassez hídrica e baixas temperaturas. Porém não é garantia de uma safra sem problemas, uma vez que já vemos alguns problemas de falta de chuvas em regiões do cerrado, por exemplo.

Andamento do plantio em comparação com a média de 5 anos
Fonte: Céleres | Elaboração: GETAP | abril/2022
A conclusão da semeadura se deu de maneira mais rápida que a média dos últimos 5 anos, com exceção do Mato Grosso, que na média finalizou na terceira semana de março, já na safra atual o término se deu na quarta semana de março. O começo da safra está dentro do ideal, o importante é manter um bom monitoramento e manejo das lavouras para que o término da safra apresente bons resultados.
Acompanhamento safra EUA – 5ª semana de análise/2022
Plantações de milho nos Estados Unidos tiveram grande impulso apesar de clima instável em algumas regiões.
Segundo os dados semanais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) referentes ao dia 22/maio/2022, houve um aumento de 23 pontos percentuais no andamento da plantação de milho no território, chegando na marca dos 72% do plantio, encostando na média dos últimos cinco anos, de 79%, de progresso para o mesmo período.
Apesar da recuperação satisfatória, o clima foi um fator limitante em algumas regiões e a janela para plantio nas próximas semanas se vê curta, devido à expectativa chuvas fortes no próximo final da semana que podem o atraso no plantio.
Fonte: USDA.
Elaboração: Céleres®.
Atualizado em maio/2022.

Atualização das projeções de longo prazo Céleres®
Céleres® prevê crescimento do mercado de milho brasileiro interno e mundialmente.
Céleres® prevê crescimento do mercado de milho brasileiro interno e mundialmente.
Atualizadas as projeções de longo prazo, a Céleres® prevê aumento dos números de área plantada, produção e exportações de milho no Brasil, bem como a participação do país no cenário mundial. O crescimento da demanda mundial pelo grão, tanto para alimentação, consumo animal e outros usos, também é sustentada pelo crescimento de indústrias ainda nascentes como a do etanol de milho.
As estimativas trazem para 2032 área de 29,6 milhões de hectares, crescimento de 7,5 milhões em relação a 2021. Já a produção de milho brasileira deve alcançar mais de 194 milhões de toneladas e as exportações 87 milhões, números que representam 12,3% e 28,1% da participação mundial em produção e exportação, respectivamente.
Em 2021, as exportações brasileiras representaram 19,0% em relação as exportações mundiais, a curto prazo há um relativo aumento esperado, devido a dificuldade de oferta do grão na Rússia e na Ucrânia, importantes players exportadores, que deslocam a demanda para outros importantes produtores de milho, como Estados Unidos e Brasil. A longo prazo, o país sul-americano deverá manter-se como importante exportador no mercado mundial.

Acompanhamento safra EUA – 4ª semana maio,2022
Melhora do clima contribui para aumento do ritmo de plantio de milho nos Estados Unidos.
No dia 15/maio/2022, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou um aumento de 27% no andamento dos plantios em relação a semana passada, atingindo o patamar de 49% na semeadura de milho. Porém, ainda existe um déficit em relação a média de 62% dos últimos anos.
O clima nas regiões de plantio de milho demonstrou condições quentes e secas, que permitiu diminuir o grande atraso prévio. Avanço do plantio diminui a incerteza sobre o potencial da oferta norte-americana em 22/23, importante para o período de embargos comerciais sobre cereal pelo mundo e forte elevação de preços.

Acompanhamento safra EUA – 3ª semana maio,2022
Baixo avanço no plantio de milho nos EUA coloca a safra 2022/23 como a segunda mais atrasada nos últimos vinte anos
Segundo os dados semanais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) referentes ao dia 08/maio/2022, apenas 22% da safra de milho havia sido plantada, contra os 67% vistos no mesmo período em 2021. O avanço representa o maior atraso para o período desde 2013, sendo o segundo pior andamento dos últimos 20 anos.
Diversas regiões trouxeram condições úmidas que afastou diversos agricultores dos campos, prejudicando novamente o andamento do plantio. Ainda que a janela para recuperação do plantio continue nas próximas semanas, tamanho atraso deverá prejudicar o andamento dos próximos estágios e poderá impactar negativamente na produtividade para safra norte-americana 2021/22.

Como são classificados os resíduos sólidos gerados na produção agrícola?
A Política Nacional de Resíduos Sólidos, em seu 13º artigo, classifica os resíduos sólidos quanto à sua origem – domiciliares, de limpeza urbana, de estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços, industriais, dos serviços de saúde, dos serviços públicos de saneamento básico, resíduos agrossilvopastoris, entre outros; e quanto à sua periculosidade, podendo ser resíduos perigosos, ou seja, aqueles que, em razão de suas características apresentam significativo risco à saúde pública ou à qualidade ambiental, e resíduos não perigosos.
Por sua vez, a norma NBR 10004/2004 da ABNT classifica os resíduos sólidos conforme o seu risco em relação ao homem e ao meio ambiente e são divididos nos seguintes grupos:
1) resíduos classe I – Perigosos (embalagens de produtos químicos, EPIs contaminados, materiais contaminados por óleo, etc.);
2) resíduos classe II – Não perigosos, subdividido em resíduos classe II A – Não inertes (restos culturais, pós de varrição, papel, etc) e resíduos classe II B – Inertes (plásticos, sucatas, sacarias, etc). Os resíduos podem ainda ser classificados quanto à natureza física (secos e úmidos) e quando à composição química (matéria orgânica e inorgânica).
A classificação dos resíduos sólidos é de suma importância para seu adequado gerenciamento dos resíduos, principalmente na segregação e destinação final, de modo que um resíduo não contamine o outro, inutilizando sua reutilização ou reciclagem. Por esta razão, investir em um eficiente Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e treinamento dos colaboradores deve fazer parte das estratégias de gestão do produtor rural.